arreios

aforçadascoisas

compassadamente ha infinitas disritmias

corpo

corpo minhas costas vastidão de pau brasil o peito aberto ao canto varonil as pernas rodeiam os filhos do caramuru a voz procura o canto do uirapuru a cabeça rodopia ante o coice ibérico o sexo treme ante o coito onírico e é só um rastro de terra e é só é só um rastro de possibilidades por essas fendas fendas na terra por onde corre o riacho o riacho da trovoada o riacho do trovador

eras

Boas notícias da nova aurora pra ti Como palavras sussurradas sem susto O equilíbrio é remoto uma meta Há tantas metades de mim Seleciono a colheita As ferramentas o colibri Tudo está no devir Com o peso a existência deixa tudo tão incerto Vou buscando as notícias da nova aurora pra derrama-las sobre ti Lubrificar o recinto torná-lo repleto de possibilidades Como a manhã ensolarada de uma criança alegre Como a mão forte do artesão como a saciedade do pão Voltando ao princípio resgatar a nova aurora pra derrama-la sobre ti Quantas verdades eu perdi Tantas mortes eu vivi Nas mãos as súplicas por uma nova aurora que tanto custa chegar como distante eu estou dos homenageados e suas estátuas as minhas espadas estavam a rastejar Não tive vergonha de mostrar as fraquezas que há em mim nelas existem a coragem da verdade rasgar a carne pra mostra-la e você há de ver que a substância ainda é o sonho das manhãs alegres da criança das mãos fortes do artesão da saciedade do pão
METALINGUIÇA As coisas Já não são importantes Delas Podemos ver aos milhões A todo instante As coisas São muito importantes Precisamos vê-las aos milhões A todo instante Os números Já não são importantes Repetimos o zero um A todo instante Os números São muito importantes Replicamos o zero um Infinitamente

 Por aí se espalham sentimentos que não calculei, amante que sou do agora e apenas polida com o planejamento. Não houve barganha, foi tudo c...